Ndanko (Apako) -Bambusa vulgaris

Posted by Gunfaremim on 8 de março de 2015

Aos seus pés rezamos, cantamos e dançamos.. Oferecemos àlùbósà (cebola) e egbo (canjica).

Que o fogo sempre seja nosso amigo, que transforme o ruim em bom. Que o mal não nos atinja pois somos fortes como os seus galhos. Que o epo nos dê o brilho e que apazigue todos os nossos inimigos.

Que saibamos que a união é o que nos torna fortes, assim como nos ensina Dankó. Nosso Pai, nosso Orixá, nosso Ancestral.. Ekpa ekpa Bàbá!

Casa Branca do Engenho Velho- Salvador (BA)

Iná mo juba e

Iná, Iná mo  juba àiyé

Ago, mo juba.

 

Dankó Ezó.. Ekpa Ekpa!

 

Ògún dé arére

Ìrè Ìrè Ògún jà

Àkòró dé arére

Ìrè Ìrè Ògún njà o.

Bàbá Indako

E Indako mo da gemare

Òlúfón, Indako

Indako mo da gemare

Indako.

 

Ìjà ìjà mó dùn o

Bàbá pè’re Indako.

 

Ajàgúnà gbà wa o Ajàgúnà

Elémòsó

Bàbá O’lórogún

Ajàgúnà gbà wa o.

 

Bàbá duro de

Bàbá duro de

Àjàlé.

 

 

Aso ire

Bàbá nlo

Omode ko le

Indako

 

Bambusa vulgaris - Local de culto de Ndanko Gboya

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